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III ENCONTRO DA FAMÍLIA SÓ

de 11 a 13 de abril de 2008
Caxias do Sul - Rio Grande do Sul

HOTEL SAMUARA

 

FOTO OFICIAL >


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 Nosso ENCONTRO do ano de 2008 caracterizou-se por reforçar laços, houve realmente uma integração bastante significativa. Durante todo o tempo os ramos interagiram, crianças e adultos se mesclaram,
o espírito de FAMÍLIA imperou.
O sentido maior buscado foi alcançado!
 
 
 
Participantes do ENCONTRO relacionados conforme aparecem na foto
 
Na frente, da esquerda para a direita: Valentina Oliveira Só e Silva (no carrinho, a Só mais jovem participante); Sérgio Cláudio Só de Castro; Marly Barbosa Ferreira Só de Castro; Edith Conceição Costa Só (a Agregada com mais experiência que compareceu ao Encontro); Tanira Maria Só Martins; Maria Thereza Só e Silva (a mais experiente do Encontro); Edegar Saraiva Pereira.
 
De pé: Eduardo Só Mallet (visitante); Francisco Só e Silva; Carla de Oliveira; Fernanda Diniz de Castro; Luciano Guimarães Só de Castro; Maria Helena Mariante Ferreira; Gabriel Dias de Castro; Heraclides Vargas de Oliveira; Eleonora Só Vargas de Oliveira; José Antônio Rodrigues; Maria José Só Rodrigues; Ricardo Guimarães Só de Castro; Christina Dias de Castro; Doris Luiza Só Pereira; Neiva Amélia Ramos Soares; José Antônio Só de Castro; Miriam Rose Cunha Santos; Elizabeth Guedes Só; Luiz Rosalvo Costa Só; José Ferreira Silva; Eduardo Magalhães Ballvé; Ana Teresa Só Oliveira Ballvé.
 
No brinquedo: Miguel Oliveira Ballvé; Luiza Vargas de Oliveira Heinz; Elisa Oliveira Ballvé; Antônio Diniz Só de Castro; Fernando Dias de Castro; Luisa Dias de Castro; José Maria Só Rodrigues; Francisco Diniz Só de Castro; Mariana Só Rodrigues e Márcia Guedes Só.
 
 
 
 
 
...PREPARANDO PARA A FOTO OFICIAL...
 
 


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As quatro irmãs: Doris Luiza e Eleonora (de pé),
Maria Thereza e Tanira Maria (sentadas),
junto com a Tia Edith Conceição (Agregada)
e a Valentina (no carrinho).
 
 
 
BRINCADEIRAS
 

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-  ESTALEIRO SÓ  -
 
Conheça um pouco sobre a história do Estaleiro Só, contada pelos irmãos Só de Castro, através da filmagem do III Encontro da Família em Caxias do Sul.
 
 
 
A seguir, contribuição da ELEONORA SÓ VARGAS DE OLIVEIRA:
 
 

Terceiro Encontro da FAMÍLIA SÓ

O III Encontro dos descendentes de Manoel e Maria Candelária, além de reforçar os laços de amizade entre os primos, teve também uma explanação bastante didática com a apresentação de fotos, objetos, documentos, mapas e plantas realizada pelo pesquisador José Antônio Só de Castro e por seu irmão Sérgio Cláudio Só de Castro. A parte de mapas foi feita pela arquiteta Maria José Só Rodrigues. Todos nós, adultos e crianças, fomos transportados para 1850, numa Porto Alegre quase vila, para a Praça dos Ferreiros esquina Beco da Ópera (esquina rua Uruguai, praça Montevidéo). Pois aí começa a história do Estaleiro SÓ que pertenceu à Familia Só durante 123 anos. Era nesta esquina, numa casa que fazia sinos de Igreja, ferros de engomar, rebits para embarcações, pois já tinha vocação naval, e mais tarde mantinha os vapores que abasteciam as tropas que lutavam na guerra do Paraguai. Com a história do Estaleiro, foi contada muito da história do Rio Grande. Mas só em 1950, houve a mudança para zona sul da cidade. O Brasil cresce no governo de Juscelino, Porto Alegre se expande e o Estaleiro  também. É nele que são construídas as grandes barcaças para a Baia (Taparica), logo  começam a ser construídos os navios de grande porte para diversos lugares. Mas em 72 veio a grande crise: a distância, a dificuldade de comunicação e principalmente a diferença sofrida pelas regras de distribuição de verbas trouxeram dívidas. Negado empréstimo, o Estaleiro foi vendido em pouco tempo, abandonado chegando a falência.

Mas foram os mais jovens descedentes que gostaram de saber ter sido fabricado nas oficinas do seu Tataravô, o 1° motor a querozene no Brasil. Orgulhosamente olhavam a medalha ganha pelo feito. Mas mais pitorescos são os comentários sobre a foto da visita da Princesa Isabel junto ao escravo, já alforriado, que permaneceu sempre com os Sós, nas oficinas.

 

 

 

Agradecimentos à Eleonora por sua colaboração.

 

Nonola tem sido uma entusiasta dos Encontros da Família e sempre contribui de maneira ímpar, sendo um dos seus grandes feitos a realização da Árvore Genealógica `desenhada`, a qual os familiares vem atualizando durante os Encontros.



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